A PÁSCOA: seus significados e seus símbolos

O QUE É A PÁSCOA?

O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes do nosso calendário. Atualmente, tornou-se uma data tão comercial, que poucos lembram ou conhecem seu verdadeiro significado.

Com a palavra “pessach” o texto bíblico quer significar duas coisas:

 

o ritual ou celebração da primeira festa do antigo calendário bíblico (Ex 12.11,27,43,48);

 

a vítima do sacrifício, isto é, o cordeiro pascal (Ex 12.21; Dt 16.2,5-6).
Ainda hoje a família judaica se reúne para o “Seder“, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: A RESSURREIÇÃO. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria.

Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos. Veremos mais adiante os significados dos ovos.

MAS COMO SURGIU A PÁSCOA?

 

 

 

 

 

 

 

 

Para contextualizarmos, neste período, de acordo com a Bíblia, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó viviam como escravos há mais de quatrocentos anos no Egito. A fim de libertá-los, Deus designou Moisés como líder do povo hebreu (Êxodo 3-4).

História, inclusive, contada pela Novela “OS DEZ MANDAMENTOS”Em obediência ao Senhor, Moisés dirigiu-se a Faraó a fim de transmitir-lhe a ordem divina: “Deixa ir o meu povo”. Para conscientizar o rei da seriedade da mensagem, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito.No decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordava deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas: Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito… desde os homens até aos animais” (Êx.12.12).


  • A PRIMEIRA PÁSCOA (o sacrifício do cordeiro)

    Como os israelitas também habitavam no Egito, o Senhor emitiu uma ordem específica a seu povo. A obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tomaria um cordeiro macho, de um ano de idade, sem defeito e o sacrificaria. Famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Êx. 12.4). 

    Os israelitas deviam aspergir parte do sangue do cordeiro sacrificado nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele não mataria os primogênitos das casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas, estariam protegidos. Daí o termo Páscoa, do hebreu Pessach, que significa “pular além da marca”, “passar por cima”, “passar”, ou “poupar”.

    Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do “Cordeiro de Deus,” Jesus Cristo, que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo (Jo. 1.29). 

    De acordo com a Bíblia, no livro de Êxodo, capítulo 12, versículo 31, naquela mesma noite Faraó, permitiu que o povo de Deus partisse, encerrando assim, séculos de escravidão e inaugurando uma viagem que duraria quarenta anos, até Canaã, a terra prometida.

  • A partir daquele momento da história, os judeus celebrariam a Páscoa toda primavera, obedecendo as instruções divinas de que aquela celebração seria “estatuto perpétuo” (Êx. 12.14). Era, porém, um sacrifício comemorativo, exceto o sacrifício inicial no Egito, que foi um sacrifício eficaz.

A LIBERTAÇÃO (a nossa libertação dos pecados)


Assim sendo, lembremos, não somente nesta data, mas em todos os dias, o verdadeiro significado da Páscoa. Assim como o Todo Poderoso libertou os hebreus da escravidão no Egito, Deus quer nos libertar da escravidão do pecado e por isso, enviou seu Filho, Jesus Cristo, para que “todo aquele que n’Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo. 3.16)

Vida esta conquistada com sangue “porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós.” (I Co 5.7).

CARACTERÍSTICAS DA CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA

  • Os textos do Antigo Testamento fornecem indicações que a Páscoa, em suas origens, foi um ritual ou cerimônia que incluía as seguintes características:

    a) O ritual era realizado no seio da família ou clã; não tinha altares, santuários e sacerdotes ou qualquer influência do culto oficial;

    b) Era celebrado por pastores nômades ou seminômades;

    c) O ato central desse ritual era o sacrifício de um jovem animal do rebanho de cabras ovelhas;

    d) A cerimônia ocorria no fim da primavera e início do verão (mês de abril), numa noite de lua cheia;

    e) O ritual da celebração pascal incluía as seguintes etapas:
    – Retirava-se o sangue do animal,
    – Ungia a entrada das cabanas com o sangue do animal,
    – Assava a carne do animal,
    – Com a carne assada, fazia um grande banquete para a família reunida,
    – O banquete oferecido incluía a presença de pães ázimos ou asmos, ervas amargas nascidas no deserto,
    – A celebração da Páscoa exigia dos participantes desse ritual as seguintes
    posturas:

    Ter uma atitude de marcha e pressa,
    Usar vestimenta para viagem,
    Ter as vestes amarradas na cintura,
    Atar as sandálias nos pés,
    Ter o cajado de pastor na mão.

  • f) Parece que o objetivo dessa cerimônia era pedir proteção divina, para a família e o seu rebanho de animais menores contra o exterminador (no hebraico, maxehit – Ex 12.13, 23) ou saqueador, bando de destruição (1 Sm 13.17; 14.15; Pr 18.9). O exterminador maxehit pode ser qualquer tipo de agressor, desgraça, enfermidade, peste ou acidente que poderia ocorrer com qualquer membro da família ou os seus animais.

    g) Provavelmente, esse ritual foi celebrado por Abraão, Isaac e Jacó, pois eles eram pastores. A cada ano, na primavera, quando o vento quente do deserto, anunciando o verão, atingia e queimava as parcas pastagens das ovelhas, os pastores, suas famílias, bem como os seus rebanhos eram obrigados a buscar outros lugares para dar de comer as suas ovelhas.

    A Páscoa celebrada pelos israelitas: da sedentarizarão até o início da Monarquia (1200 – 1040 a.C.).

    Evidentemente que o sistema de vida dos israelitas mudou substancialmente depois que saíram da escravidão dos Egípcios e permanecendo 40 anos no deserto, ou seja, após a chegada a Canaã.

    OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA


  • OS RAMOS DE PALMEIRA

    O domingo de ramos é o ponto de início da semana santa, ele abre essa comemoração que culminará 7 dias depois no domingo de páscoa.

    O grande significado do domingo de ramos é a entrada de Jesus em Jerusalém, o início de seu processo de entrega total para a salvação da humanidade ocasião em que as pessoas cobriam a estrada com folhas de palmeira, para comemorar sua chegada. Quando Cristo entra na cidade sentado sobre um jumento está simbolizando o domínio do homem sobre a mente, uma nova era que se inicia, todo esse processo atingi diretamente a sociedade moralista e radical da época que não aceita as palavras do salvador.

    A partir daí começa a semana santa onde na sexta-feira haverá a crucificação e no domingo a ressurreição de Jesus.

    Confira nessa mensagem tudo o que você sempre quis saber sobre a páscoa, suas festas, domingo de ramos e semana santa.

    Atualmente, as folhas de palmeiras são usadas na decoração das Igrejas durante as comemorações da Semana Santa, como um sinal de “boas-vindas a Cristo”.

    O COELHO

    É um dos primeiros animais que saem das tocas ao chegar a primavera, após um longo inverno de recolhimento.

    Ora, no hemisfério norte, a Páscoa ocorre nos primeiros dias da primavera (para nós que habitamos no hemisfério sul, a Páscoa e no outono) e os coelhos logo se põem a correr pelos campos verdes, repletos de flores, dando, portanto, a ideia de renovação da vida, que parecia estar morta durante o inverno. O que mais interessa religiosamente, é que os coelhos são animais que reproduzem com extrema facilidade e em grande quantidade. Vem daí a identificação com uma vida abundante, um processo de restauração, um ciclo que se renova todos os anos.

    Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de Cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

    E é isto exatamente que se relembra na Páscoa: A RESSURREIÇÃO DE JESUS, QUE TRAZ CONSIGO UM NOVO TEMPO DE PAZ E DE ESPERANÇA A TODA A HUMANIDADE.

    OVOS DE PÁSCOA

    De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.

    Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. O costume de presentear as pessoas na época da Páscoa com ovos ornamentados e coloridos começou na antiguidade. Os ovos de Páscoa hoje, são famosos no mundo inteiro. Os mais comuns são os ovos de chocolate, recheados com balas, confeitos e bombons. O ovo é um símbolo de começo, de vida que está para nascer, apesar de aparentemente morto, contém uma vida que surge repentinamente, destruindo as suas paredes.

    Daí sua associação à Páscoa: lembra o Cristo que sai vivo após os três dias no sepulcro. A Ressurreição de Jesus também indica o princípio de uma nova vida, a redenção da própria humanidade e a promessa de um futuro cheio de alegria e felicidade para os que têm fé e esperança. Dentro do ovo gera uma vida, a vida é o Dom mais precioso de Deus.

    Ressuscitando para uma vida nova, Jesus revela a preciosidade que é a vida.

    Mais culturas, mais informações

    Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.

    Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

    Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos séculos XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.
    A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.
    A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.

    O CORDEIRO

    O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito.
    Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.

    Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.

    Para nós cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: “morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida”. É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.

    CÍRIO PASCAL

    É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que “Cristo é a luz dos povos”. Simboliza o Cristo Ressuscitado. Nesta vela as letras Alfa e Ômega nele gravadas significam que Jesus é o princípio e o fim, e os cinco grãos de incenso nele colocados representam as cinco chagas de Cristo.

    Os algarismos do ano em curso também são gravados no Círio Pascal, simbolizando a presença viva de Jesus junto a todos os povos do mundo, com união de fé e de esperança.

    A sua chama, a luz de Cristo. “Eu sou a luz do mundo, quem me segue do andará nas trevas, mas terá a luz da vida.”

    O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

    CRUZ

    A cruz, instrumento de suplício no qual Jesus morreu, passou a ser um símbolo do cristianismo e também símbolo da Páscoa. Morrer na cruz era algo humilhante para os condenados, pois, além de ficarem com os corpos expostos publicamente, apenas os mais hediondos crimes eram punidos com tal pena.

    Jesus; ao morrer na cruz, deu à humanidade mais uma lição de humildade: sendo Filho de Deus, que tudo pode, morreu da forma mais vergonhosa que havia em seu tempo. A Cruz, antes era símbolo de condenação, depois com Cristo, tornou-se símbolo de salvação. Na Páscoa, relembra-se que Jesus venceu a morte e, glorioso, passou a viver seu Reino de justiça e de paz.

    O FOGO
    No início da cerimônia da Vigília Pascal, na noite do Sábado Santo, a celebração é iniciada com a benção do fogo, chamado de “fogo novo”.
    O fogo é também símbolo da vida nova, da realidade da criação renovada pela morte e ressurreição de Jesus.

    GIRASSOL

    O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.
    O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.

    Assim para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, também os cristãos precisão estar voltados para o Sol-Cristo.
    O girassol é a forma de mostrar que a humanidade deve seguir a luz de Deus, assim como essa flor segue a luz do sol; onde quer que o sol esteja a flor está voltada para o seu lado.
    Cristo é a luz, a força, a energia. O cristão sem uma ligação com Jesus não encontra significado para sua vida.

    PÃO E VINHO

    O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.

    Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro.

    Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. ESTA FOI A ÚLTIMA CEIA DE JESUS.

    A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo:Tomai e comei, este é o meu corpo… Este é o meu sangue…”. O Senhor “instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura”.

    Nos dias atuais, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: VIDA, MORTE E RESSURREIÇÃO.

    PEIXE

    É um dos mais antigos símbolos do cristianismo. Os primeiros cristãos que eram obrigados a esconder sua fé devido às perseguições, reconheciam-se pelo sinal do peixe. Corno o peixe vive na água que continuamente se renova.

    Assim na Páscoa nós renovamos nossa fé o nosso batismo.

    COLOMBA PASCAL

    O bolo em forma de “pomba da paz” significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.


    O pão doce é compartilhado no café da manhã de Páscoa em alguns países europeus, um costume comum na Itália. A colomba pascal conquistou o gosto dos brasileiros, é o tradicional doce que encerra a refeição de páscoa.

    De sabor suave e preparo delicado, a colomba diferencia-se do Panetone por conter mais manteiga e ovos e pelo uso mais acentuado de cascas de laranja cristalizadas, que substituem as uvas passas do pão natalino. Pode receber cobertura de glacê, amêndoas, chocolate.

    A colomba é apresentada em diferentes tipos de embalagens e diversas opções de sabores, com frutas cristalizadas ou chocolate. É uma boa sugestão para presentear amigos e familiares.

    SINO

    Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.
    O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

    QUARESMA

    Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.

    ÓLEOS SANTOS

    Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.

    É na Quinta-feira Santa que se celebra a missa do Crisma, na catedral, onde os óleos sacramentais usados no Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos são abençoados pelo bispo e os sacerdotes.
    O óleo simboliza o Espírito Santo, aquele que nos dá força para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.

    fonte: portal das famílias

    Imagens: internet

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